Com brasileiros no elenco, show sobre Michael Jackson estreia no Rio

Estreia na próxima sexta-feira (22), no Rio de Janeiro, o espetáculo “Thriller Live Brasil Tour”, que celebra a trajetória de Michael Jackson. O show, nascido em 2007 no West End londrino e montado pela primeira vez nas Américas, reúne mais de 30 músicas de todas as fases da carreira do cantor, bem como as coreografias que o consagraram.

“O espetáculo proporciona ao espectador a sensação de estar em um show do Michael Jackson. A música, a dança e a cenografia garantem isso à audiência”, explicou Edson Cabrera Junior, produtor da empresa responsável por trazer o show ao país, a um custo de R$ 10 milhões.

A novidade na montagem que será feita no Brasil é a presença de seis cantores brasileiros no elenco, que se juntarão a outros seis vocalistas estrangeiros. Bailarinos brasileiros também participam da versão. A responsabilidade por fazer a adaptação entre o elenco local e o internacional ficou a cargo do diretor e coreógrafo Gary Lloyd.

“Essa é a primeira vez que fazemos uma co-produção. Nós fizemos testes com mais de 300 bailarinos e chegamos a 14. E eu posso garantir que os 14 melhores bailarinos do Brasil são esses que estarão nesse palco”, elogiou Lloyd. Entre os seis cantores brasileiros estão Leilah Moreno e Renato Marx, além dos pequenos Isacque Lopes, Felipe Adetokunbo, Diego Jimenez e Pedro Henrique, que interpretarão Michael Jackson na infância, período em que integrou com os irmãos o grupo The Jackson 5. A escolha dos quatro foi, segundo os produtores, uma das tarefas mais árduas do período de preparação do espetáculo no Brasil.

“Escolher as crianças foi excepcionalmente difícil, porque Michael Jackson era muito talentoso quando criança. E esses quatro meninos que nós selecionamos também são”, garantiu Lloyd. O diretor musical do show, John Maher, faz coro com o colega de equipe. Mas diz que não teve dúvidas quando ouviu cada um dos quatro escolhidos. “É muito difícil encontrar cantores para o espetáculo, porque é muito difícil alcançar as notas que Michael Jackson alcançava. Mas, com os meninos brasileiros, bastou eles cantarem quatro ou cinco notas para nós sabermos que eram eles”, contou Maher.

Se não teve dificuldade para identificar as vozes infantis que melhor poderiam interpretar Michael Jackson no Brasil, John Maher admite que nem todas as decisões pertinentes à direção musical do espetáculo são fáceis de serem tomadas. Mas ele deixa escapar um pequeno truque. “Musicalmente, em todas as decisões que eu tomo, eu penso como o Michael Jackson e o Quincy Jones, que era seu produtor musical, pensariam. E penso o que os dois achariam da minha decisão”, revelou.

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