Bocelli sobre disco em seis idiomas: “português não é fácil”

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Em nova passagem pelo Brasil, onde se apresentará em São Paulo, na próxima quinta-feira (13), o tenor italiano Andrea Bocelli destacou a admiração que tem pelo País, mas admitiu sentir dificuldades para cantar em português. A língua portuguesa é um dos seis idiomas que o cantor usou para interpretar as canções de seu novo álbum, Passione, que será lançado em janeiro de 2013 e contará também com músicas em italiano, inglês, francês, napolitano e espanhol.

O artista falou sobre o concerto, o lançamento mundial do álbum e o início das vendas no Brasil de sua autobiografia – Andrea Bocelli, a Música do Silêncio -, em entrevista realizada no início da noite desta terça-feira (11), em São Paulo.
“Devo confessar que não é tão fácil cantar em português. É a primeira vez que canto na língua, por isso peço paciência (aos fãs brasileiros). Mas garanto que me esforcei muito para acertar a pronúncia”, afirmou, bem humorado.
Na próxima quinta, ele se apresentará para 22 mil pessoas no Jockey Club de São Paulo, a partir das 21h, acompanhado da Orquestra Philarmonica paulista, com regência do maestro americano Eugene Kohn.
“O Brasil é a minha segunda pátria. Já vim várias vezes aqui e ainda guardo na memória os concertos que fiz em São Paulo e o carinho do público”, disse, dando início à entrevista coletiva, toda realizada em italiano, com o auxílio de um tradutor. Desta vez, o tenor veio acompanhado dos três filhos e da mulher, que levou para conhecer o Rio de Janeiro.
Parcerias com brasileiros 
No concerto, Bocelli voltará a dividir o palco com a cantora brasileira Sandy, com quem gravou a música Vivo Per Lei, mas a dupla deve cantar outra música em São Paulo – que o tenor preferiu manter em segredo, para não estragar a “surpresa”. “Quando cantamos juntos pela primeira vez ela ainda era uma menina”, lembrou.
Sobre os planos para o futuro, ele faz mistério em relação aos novos duetos que pretende compor, mas revelou ter o sonho de gravar uma música do brasileiro Toquinho, com quem já dividiu o palco.
“Eu o convidei para o concerto. As músicas do Toquinho sempre fizeram parte da minha vida, desde os tempos em que tocava em piano bar. (…) Quem sabe ele não aceitaria escrever uma música para mim?”, especulou. “Eu também convidaria o Tom Jobim e o Vinícius de Moraes se pudesse, mas, infelizmente, isso não é mais possível.”

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